domingo, 15 de novembro de 2009

Show da Ibanez - 90 anos (Live) - Andy Timmons, Steve Vai, Paul Gilbert

Olá pessoal!

Em uma das minhas andanças pela net encontrei este show de 90 anos da Ibanez, realizado em 1998, resolvi postar pois é imperdível...

Tamanho: 346 MB Formato: VHS-Rip Duração: 35 Min Download -> Click aqui Comentem pessoal!!!!!!!!!!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Amplitube Fender

Olá pessoal! A IK multimedia Lançou neste ano o Amplitube Fender, já está disponível nas lojas desde Fevereiro/09, promete simular timbres arrasadores da Fender. As demonstrações que ouvi realmente este software é o que chegou o mais próximo do som real fender, é claro que digo isso no quesito Softwares simuladores. Confiram no vídeo abaixo!
Amplitube Fender download -> Clique aqui p/ Download Comentem pessoal!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Gravação de Guitarras X Captura de áudio

Olá pessoal!
Senti necessidade de fazer um post com dicas úteis para conseguir obter a melhor gravação possível com guitarras acústicas e elétricas.
Espero que ajude a todos de alguma forma.
Os avanços tecnológicos nestes últimos anos trouxeram-nos uma enorme variedade de equipamentos para utilização na gravação de sons de uma guitarra elétrica, mesmo para aqueles com menor capacidade financeira. Os fabricantes como a Digitech, Line6, Roland ou a Yamaha e outros, conseguiram criar equipamentos que permitem a qualquer músico fazer a gravação de sua guitarra (elétrica), sem ser necessário ligar um único microfone. No entanto o mesmo já não se pode dizer em relação ás guitarras acústicas. O som destas pode ser modelado fisicamente de forma virtual mas com um sucesso limitado - funcionará por exemplo em concertos ao vivo mas não será suficiente para exigências duma gravação de estúdio. Consegue-se também resultados interessantes usando um sampler MIDI associado a uma programação inteligente., apesar deste método raramente oferecer uma qualidade e versatilidade completamente satisfatória. É por esta razão que a esmagadora maioria dos músicos amadores ainda tem de ligar um microfone à sua guitarra acústica se quiserem utilizá-la em uma música, mesmo quando conseguem criar artificialmente todo o resto da canção. Gravar uma guitarra elétrica é um processo complexo, no entanto há um grande número de técnicas de gravação e de uso de microfones disponíveis que lhe poderão oferecer bons resultados. Preparação para a gravação, isto pode-lhe parecer um pouco óbvio, mas é verdadeiramente importante que a guitarra soe o mais próximo do que você deseja, antes sequer de pensar ligar-lhe um microfone. Trate do essencial primeiro: esta é a guitarra ideal para o seu trabalho? Se não for peça uma emprestada ou então pense em investir numa nova para si. Há muitos engenheiros de som que adquirem guitarras para conseguir obter um som específico mesmo não sendo eles próprios guitarristas, não exclua por isso essa hipótese se a sonoridade da guitarra for muito importante para si. Escolha um tipo espessura de corda apropriado para o instrumento e para o tipo de som que você procura, verifique também se a guitarra esta propriamente configurada para que o som não tenha interferências. Existem muitos tipos diferentes de cordas de aço - cada uma produz sons subtilmente diferentes. As mais utilizadas são as de bronze e de níquel. Um instrumento com espessuras mais leves de cordas (entre 0.08 e 50) será por norma mais fácil de tocar, mas produzirá um som mais “leve”. Por outro lado um set de cordas mais pesadas (ou “duras”) pode por vezes produzir um som que poderá falhar em tons mais altos das cordas. A melhor escolha será por norma o set mais “duro” de cordas que ainda são suficientemente confortáveis para utilização dos guitarristas. Uma afinação inicial pode variar com o decorrer das gravações, por isso deverá usar um afinador elétrico entre cada take. Se o guitarrista estiver a utilizar uma paleta, vale sempre a pena experimentar diferentes espessuras, dependendo do tipo de cordas que está a usar, poderá obter sons bem diferentes uns dos outros. Não tenha receio de perder meia hora ou o que for necessário para obter o som mais apropriado da fonte, já que o tempo gasto nesta fase, tem o potencial de lhe facilitar a gravação e mistura nas fases seguintes. Outro fator a levar em conta é que o som proveniente da guitarra é em grande parte dependente do ambiente em que esta é gravada. O reverb é um problema comum quando a gravação é feita num pequeno homestudio. Enquanto que o reverb artificial pode ser criado em estúdio para dar vida a um espaço acústico “morto”. Utilizar um bom ambiente acústico à partida irá produzir melhores resultados, mesmo que queira adicionar mais reverb futuramente. Obviamente não irá querer exagerar neste efeito já que em demasia irá tornar o som exageradamente cheio e confuso, mas geralmente este não será um problema se estiver a utilizar um pequeno estúdio. Para obter uma sonoridade que se assemelhe a um ambiente ao vivo, experimente colocar a guitarra de forma a que esta esteja virada contra uma superfície refletora. Tipos de chão, portas e mobilias podem serem úteis para obter a melhor sonorização possível. Se o seu chão tiver carpete e este estiver a afetar o som, pode sempre colocar uma superfície dura como madeira ou de fibra por debaixo do instrumento. Pode mesmo valer a pena usar extensões de cabos para outra sala com melhor acústica no caso de som do seu estúdio simplesmente não estiver ao seu gosto. Se finalmente está disposto a começar a gravação com o instrumento e a acústica desejada, ouça com atenção cada etapa, até chegar ao ponto em que a guitarra lhe soe mesmo bem. Se conseguir fazer isto, então a tarefa mais importante foi atingida, está agora pronto para escolher um microfone. A escolha dos microfones Os grandes estúdios profissionais têm uma vasta variedade de microfones para escolher, mas nos estúdios caseiros a escolha é muito mais limitada, por isso a escolha terá de ser muito cuidadosa. O primeiro factor que terá de ter em conta é que são muitos poucos os microfones dinâmicos capazes de manter a qualidade da guitarra acústica, o Sennheiser 441 será uma das poucas boas escolhas devido à sua resposta limitada. As altas-frequências são vitais para o som das guitarras acústicas e portanto provavelmente, será melhor usar um microfone de condensador para obter os melhores resultados, já que estes são muito mais sensíveis e captam melhor as altas-frequências. A qualidade do microfone a usar vai depender um pouco do seu orçamento. Não é que os microfones mais baratos, não consigam captar o som com bons resultados, mas tenha consciência que estes modelos, que são alimentados por vezes por pequenas pilhas, podem ter menor sensibilidade do que aqueles que usam “phantom-power” – alguns são até mais sensíveis do que um bom microfone dinâmico. Os puristas do som, por norma, escolhem um microfone de condensador com um pequeno diafragma devido a sua precisão para as altas-frequências e outro com um padrão omnidireccional para obter um som mais transparente do que aquele capturado por um cardióide. No entanto, se fizer parte daquele grande grupo de pessoas que possui dois microfones do tipo cardióide e diafragma largo, não significa que irá ter problemas para obter bons resultados. Para começar, microfones omnidireccionais requerem uma sala de gravação com melhor acústica do que a maioria dos estúdios caseiros, por isso os cardióides obtêm melhor resultados em salas de dimensão mais pequena. Qualquer que seja o microfone que escolha, o seu posicionamento é crucial. Num contexto de música ao vivo é normal ver os microfones posicionados perto da fonte do som (orifício frontal) porque as considerações mais importantes são o nível e a separação do som, de modo a evitar feedback’s. Em estúdio, porém, o objetivo será captar um som mais natural possível e por isso estas considerações serão menos importantes. É verdade que muita da energia do som de uma guitarra acústica, provém diretamente do orifício frontal, mas o som é preenchido pela ressonância do corpo do instrumento. Se conseguir que a sua guitarra produza o som correcto logo na origem, não irá ser necessário usar processos drásticos ao som durante a gravação. O som da guitarra é o resultado das vibrações de todo o instrumento e das reflexões do som do ambiente acústico em que este se encontra inserido. Se colocar um microfone demasiado perto da guitarra, o som proveniente da parte do instrumento onde o microfone se encontra mais próximo irá dominar todos os outros e o próprio ambiente acústico – estará a arriscar gravar apenas uma parte do instrumento, quando na verdade, o objetivo é captá-lo como um todo. Por outro lado, se o seu microfone estiver posicionado muito longe da fonte, poderá ficar com muito ruído de fundo, deixando o som da guitarra distante e pouco definido. Pode também acontecer-lhe que o seu microfone registre níveis elevados de ruído, o que acontece quando sobe o ganho, o microfone se encontra a uma distância considerável, e for um modelo com pouca sensibilidade. Agora vamos especificar o posicionamento do microfone, o método mais comum é montá-lo a 40 cm da guitarra e direccionado para o ponto onde o braço da guitarra se encontra com o corpo. Este posicionamento consegue obter um som completo e preenchido, os níveis do som direto e refletido serão (para alguns músicos) os ideais, e o som proveniente do orifício frontal será controlado, pois o microfone não está apontado directamente para ele. Tendo à disposição uns headphones, poderá facilmente ir testando o posicionamento dos microfones. Se conseguir obter o som que pretende, não se esqueça de primeiro o ouvir atentamente nas suas colunas, já que o som proveniente dos headphones pode ser enganador. Como regra geral, mover o microfone para o lado do braço da guitarra irá dar mais brilho ao som, enquanto que se o aproximar mais do orifício o som conseguido será mais melodioso e preenchido. Afastar o microfone da guitarra, irá aumentar a proporção do ambiente acústico, enquanto que se o aproximar irá “secar” o som. Como alternativa, se preferir o som obtido através dum posicionamento mais próximo da fonte, mas pretender que o ambiente acústico tenha mais relevo, a solução será utilizar um microfone omnidireccional em alternativa a um cardióide. Embora os tipos de posicionamento do microfone acima descrito sejam os mais utilizados, nem sempre produzem os melhores resultados. Por exemplo se quiser obter o som que os guitarristas ouvem, então um microfone ou dois colocados por de cima do ombro do músico, ao nível da sua cabeça, irá oferecer-lhe o resultado pretendido. Se estiver a utilizar uma guitarra de maior porte cujo som gravado pela frente se apresenta demasiado “cheio” e um pouco confuso, a solução pode passar por apontar o microfone para posições menos óbvias, como por exemplo para as superfícies refletoras ou talvez apontar para baixo da guitarra. Tais posicionamentos alternativos podem por vezes oferecer resultados brilhantes que nenhuma teoria poderia prever. Utilizar mais que um microfone. Até este momento, descreveu-se como efetuar gravações com apenas um microfone e em grande parte das situações será suficiente, mesmo que a guitarra tenha um papel preponderante na mistura. No entanto há também técnicas de gravação multi-mic que lhe podem ser úteis. Muita da arte na gravação consiste em juntar todas as fontes do som como a produzida pelo corpo, cordas, orifício e braço da guitarra, outra abordagem é utilizar um microfone diferente para cada elemento individual do som. Estes elementos são posteriormente misturados para obter o resultado pretendido - uma espécie de equalização natural. O maior desafio quando estiver a utilizar esta técnica é garantir que todos os diferentes sinais estejam sincronizados durante a mistura, se existir atrasos entre os sinais, o resultado final ficará comprometido. Alguns engenheiros de som resolvem este problema colocando todos os microfones a mesma distância do orifício frontal o que poderá resultar, porém, outro método é gravar cada pista em separado e depois juntá-las durante a mistura. Muitas das guitarras acústicas incorporam mecanismos de captação do som através de pick-ups. Embora possa parecer tentador, simplificar a tarefa de gravação, apenas gravando este sinal DI, o resultado geralmente é desapontante comparado com o conseguido através do uso correto de microfones. Um pick-up no entanto apenas capta as vibrações das cordas, embora estas também sejam influenciadas pela vibração do instrumento. Se um microfone estiver bem posicionado, captará as vibrações de todas as partes do instrumento, combinando-o com o reflexo das ondas sonoras do ambiente acústico. O resultado será um som muito mais natural. Dito isto, é importante dizer que as gravações de música pop não exigem precisão e pode obter um som que se enquadre bem em uma mistura combinando o sinal DI com o sinal captado pelos microfones. O uso de múltiplos microfones é também utilizado para gravar o som em stereo ou para criar efeitos pseudo-stereo. Para solos de guitarra, recitais e pequenas montagens a captação stereo pode ser uma alternativa interessante, apesar de a localização da guitarra na imagem stereo seja menos definida e criar mais dificuldades de montagem na altura da mistura. Alguns engenheiros de som favorecem os efeitos pseudo-stereo, como a utilização de microfones apontados para o corpo e para o braço da guitarra, inserindo-os em canais opostos. Como alternativa pode utilizar um microfone por cima do ombro do guitarrista e outro a 20-30 cm de distância do meio do braço da guitarra. A vantagem desta abordagem é que o microfone direcionado para o braço capta um som mais detalhado e brilhante com muitos poucos graves (provoca um cancelamento de fase nas baixas frequências se a faixa for reproduzida em mono). Ter diferentes tonalidades em cada lado da imagem stereo pode fornecer uma imagem stereo mais ampla e interessante, embora provavelmente irá querer evitar o excesso de panning a não ser que esteja interessado em criar uma ilusão de uma guitarra com 3 metros de diâmetro!
Comentem pessoal!!!! Até o próximo post!!!!!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Modos Gregos - Parte I

Olá Pessoal!
No post de hoje estarei abordando os modos gregos, muito útil para quem quer dominar a arte do improviso.
Confira abaixo!!!
A escala maior natural
Para entrarmos neste assunto, primeiro precisamos entender a escala maior natural. No exemplo abaixo, temos a escala de dó maior:
Essa é formada por sete notas, e a distância entre cada uma dessas notas e a nota seguinte pode ser de um tom ou meio. O intervalo de meio tom ocorre apenas entre o III-IV graus e entre o VII e I. Vimos assim que a escala maior natural é formadas por T T ST T T T ST, gerando os intervalos de 2M, 3M, 4J, 5J, 6M e 7M em relação à tônica da escala.
Os modos gregos

Os modos gregos são uma espécie de inversões da escala maior. Se tocarmos a escala de dó maior, a partir da nota dó, teremos o modo dó jônio, que nada mais é do que a própria escala natural em seu estado fundamental (continuaremos com a configuração de T T ST T T T ST). Se tocarmos essa mesma escala a partir do segundo grau, a nota ré, teremos o modo ré dórico, e obteremos assim uma nova configuração de escala T ST T T T ST T (e conseqüentemente novos intervalos) , conforme mostra a figura abaixo:

Se quisermos montar o modo de Dó Dórico, por exemplo, basta seguir esta seqüência de intervalos T ST T T T ST T a partir da nota dó:
Outra maneira de pensar no dó dórico é você imaginar a escala de Bb maior natural começando no segundo grau.
Veremos na tabela abaixo a seqüência dos sete modos da escala maior natural.
Para uma análise prática, podemos dividir estes 7 modos em 2 grupos, os modos maiores e os menores. Os modos maiores possuem uma terça maior (3M) e os menores uma terça menor (3m).
A escala maior natural é o modo jônio e a menor natural é o modo eólio. Usaremos estas duas escalas para comparar as diferenças entre os modos:

O quadro acima mostra as diferenças entre os modos e as escalas naturais. Os intervalos diferentes caracterizam a sonoridade de cada modo, estas são as famosas “notas características”. Ex: A única diferença entre a escala de Sol maior (jônio) e Sol Lídio vai ser a quarta aumentada, que vem a ser o dó# no modo de Sol Lídio, substituindo o dó natural em Sol maior / jônio. Dizemos assim que a quarta aumentada é a nota característica do modo lídio. O mesmo raciocínio vale para os outros modos, com um pequeno porém para o lócrio, que vai apresentar duas notas diferentes da menor natural (eólio). Consideramos estas duas notas características, porém a 5º possui maior importância que a 2m.

Pegando a guitarra...

Transpor essa teoria para a guitarra é muito simples, e pode ser feita de várias maneiras. Para guitarristas de rock/metal proponho utilizar sete “shapes” dos modos, cada um com uma digitação começando com a tônica de um modo na 6ª corda. Os números indicados são a digitação da mão esquerda que utilizo para tocar cada shapes:

Todos estes shapes são formados por 3 notas por corda, para facilitar a execução da palhetada. Você pode optar por duas maneiras de palhetar estes shapes. A primeira é alternando todas. A segunda é fazendo um sweep, cada vez que mudar de corda, para aproveitar o sentido da palhetada.

A seguir veremos como estes modos ficam dispostos por todo o braço da guitarra, utilizando a escala de dó maior como exemplo.

É importante ter na ponta dos dedos estes sete shapes e conseguir tocá-los com fluência em todos os 12 tons. Praticando...

O exercício que proponho para esta etapa, é tocar todos os modos sobre a nota dó (Dó jônio, Dó dórico, Dó Frígio, Dó Lídio, Dó Mixolídio, Dó Eólio e Dó lócrio), começando pela sexta corda. Localize a nota dó na sexta corda (casa 8), e toque o modo de dó jônio, subindo e descendo a escala.

Agora toque o modo dó dórico, e em seqüência o frígio, lídio, mixolídio, eólio e lócrio.

Se você realmente quiser assimilar esta etapa, pratique em todos os 12 tons:

C – G – D – A – E – B – F# - Db – Ab – Eb – Bb – F

Lembre-se sempre de manter a clareza e definição das notas, assim como praticar com o metrônomo.

Na próxima coluna, veremos como improvisar sobre uma harmonia utilizando esses modos.

Comentem pessoal!!!

Fonte: http://.whiplash.net

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Video Aula Tomati - Jazz


Olá pessoal!
Hoje estou postando uma Vídeo Aula que qualquer guitarrista que almeja ser versátil deve ter em seu estoque de Vídeo Aulas, pois Tomati guitarrista da banda do Jô Soares, além de ser um guitarrista versátil é também um ótimo JazzMan, aproveite, baixe e se aperfeiçoe, vale a pena!

Link de Download:


Comentem pessoal!!!!